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Sem alarde, varejistas começam a vender tablet Nexus 7 no Brasil

Vendido a US$ 250 nos EUA, tablet do Google chega por R$ 1,3 mil.
Preço do equipamento de 16 GB ainda pode cair, diz consultoria.


Varejistas brasileiros começaram a vender sem alarde o Nexus 7, tablet do Google equipado com o sistema operacional Android. Apresentado em junho de 2012, o aparelho é fabricado pela Asus e tem tela de 7 polegadas.

A Magazine Luiza foi uma das primeiras lojas a comercializar o aparelho, no dia 24 de janeiro, por R$ 1,3 mil. A Americanas.com também já vende o produto na sua loja on-line pelo mesmo preço. A versão do tablet disponibilizada por ambas as lojas tem 16 gigabytes (GB) de memória e apenas conexão Wi-Fi.

Nesta terça-feira (5), a Magazine Luiza já estava sem o produto no estoque. Conforme a varejista, o valor e as condições de pagamento do Nexus 7 são praticados de acordo com a política da Asus Brasil e estarão sujeitos às promoções e negociações sazonais. A Americanas.com não quis se pronunciar sobre o assunto.




O tablet do Google, apenas com acesso à rede Wi-Fi, é vendido nos Estados Unidos em dois modelos: de 8 GB (por US$ 200) e de 16 GB (por US$ 250). Em outubro, a companhia anunciou uma nova versão do Nexus 7, com conexão à rede 3G e memória de 32 GB, comercializada por US$ 300.

Equipado com processador Tegra 3 de 1.3 GHz com quatro núcleos, o aparelho ainda tem 1 GB de memória RAM e bateria que dura 9 horas ao rodar vídeos. A tela do Nexus 7, que pesa 340 g, tem resolução de 1280x800 pixels.

Preço no Brasil
Para Bruno Freitas, supervisor de pesquisas e consultoria da IDC, o preço inicial do Nexus 7, que hoje é mais de cinco vezes superior ao praticado nos Estados Unidos, deve cair conforme a resposta de vendas no varejo e a adesão aos novos conteúdos de livros digitais em português e filmes lançados na Google Play brasileira em dezembro do ano passado.

O analista afirma que o preço do tablet no país reflete um modelo de negócios mais voltado à geração de receita com o equipamento do que com serviços on-line. "Nos EUA e em outros mercados mais maduros, o hardware não é a principal fonte de receita. Para o Google ou para a Amazon, por exemplo, o equipamento é uma forma de gerar receita com o ecossistema de serviços pagos (aplicativos, músicas, livros, filmes etc.). No caso do Brasil não temos um ecossistema tão desenvolvido”, explica o analista.

Outra explicação para os R$ 1.300 cobrados pelo Nexus 7 é o posicionamento da marca em relação aos rivais. “Um preço abaixo do praticado pelos concorrentes seria mais competitivo, mas acredito que há um posicionamento de marca da Asus e do Google para o mesmo nível de concorrentes como Samsung e Apple”, diz Freitas.

Com 25 bilhões de músicas baixadas, iTunes quebra recorde para a Apple

Canção que quebrou o recorde foi comprada por usuário na Alemanha.
Loja virtual lançada há 10 anos tem 26 milhões de canções no catálogo.




A Apple anunciou que nesta quarta-feira (6) a empresa alcançou o número de 25 bilhões de músicas vendidas na loja virtual iTunes Store, um novo recorde para a empresa.

A canção que alcançou o número foi “Monkey Drums (Goksel Vancin Remix)" de Chase Buch, e foi adquirida pelo alemão Phillip Lüpke, segundo a empresa. Ele receberá um crédito de 10 mil euros para gastar na loja virtual.

"Estamos felizes com nossos usuários que, com sua paixão pela música, fez o iTunes ser a principal loja de músicas do mundo em 10 anos de funcionamento", disse Eddy Cue, vice-presidente de software e serviços da Apple. Ele comenta que, em média, são baixadas 15 mil canções por minuto no serviço.

A loja virtual iTunes Store tem mais de 26 milhões de músicas em sei catálogo e está disponível em 119 países, inclusive no Brasil, e pode ser acessada tanto pelos dispositivos com sistema iOS quanto pelo PC.

Estudo diz que 4G estará em 7% das conexões móveis no Brasil em 2017

Conexões 4G vão representar 30% de todo o tráfego móvel no Brasil.
Em 2012, 1% dos dispositivos móveis no mundo tinham suporte ao 4G.



Um estudo da Cisco divulgado nesta quarta-feira (6) prevê que a rede móvel de quarta geração (4G) será responsável por 7% das conexões de dispositivos móveis no Brasil em 2017. De acordo com a pesquisa, o número de 7% inclui ainda os acessos entre máquinas (M2M).

Em cinco anos, as conexões à rede 4G vão representar 30% de todo o tráfego móvel no Brasil. “As operadoras começaram a entrar com o 4G agora e a infraestrutura dessa rede é muito mais cara que a do 3G”, explica Anderson André, diretor de operadoras da Cisco do Brasil, em entrevista ao G1.

Segundo o executivo, o país ainda terá muitos acessos à rede 2G em 2017. “O 4G só vai estar disponível nos grandes centros e nos bairros que derem um bom retorno financeiro para ter uma antena 4G”, explicou André.

Em 2012, 76% dos dispositivos móveis no mundo tinham suporte para o 2G, e 23% para o 3G. Já a rede de quarta geração estava presente em apenas 1% dos aparelhos. Em 2017, a Cisco prevê que o 3G já terá ultrapassado a rede 2G globalmente, com 57% dos dispositivos móveis com suporte contra 33%. No entanto apenas 10% dos aparelhos irão suportar o 4G.

No ano passado, as conexões 4G responderam por 14% (124 petabytes/mês) do tráfego total de dados móveis no mundo. Segundo a pesquisa da Cisco, o tráfego 4G crescerá 40 vezes de 2012 a 2017, ano em que as conexões 4G responderão por 45% (5 exabytes/mês) do tráfego total de dados móveis.

Para 2017, a Cisco ainda prevê que o Brasil terá um total de 139 milhões de smartphones, contra os 55 milhões de 2012. O número de notebooks conectados deve chegar a 11 milhões, crescimento de 1,6 vez entre 2012 e 2017, ano em que o número de usuários móveis deve atingir 175,3 milhões.

Instagram lança versão para a web, mas só para visualizar fotos

Por meio dos navegadores, usuários podem ver imagens de amigos.
Usuário não pode publicar imagens ou usar filtros em versão para web.




O Instagram lançou nesta terça-feira (5) o popular serviço de fotos para os navegadores da web (clique aqui para acessar), permitindo que os usuários visualizem e curtam as imagens dos amigos por meio dos browsers. Antes, só era possível realizar estas atividades usando o aplicativo para os sistemas iOS e Android.

Para acessar o Instagram pelo navegador, basta inserir o mesmo nome de usuário e a mesma senha utilizados na versão para smartphones.

A versão para a web, contudo, não é completo. O usuário não pode publicar fotos ou adicionar filtros usando o navegador, apenas usando a versão para smartphones.

A novidade foi anunciada por Kevin Systrom, cofundador da rede social, em mensagem no blog da empresa. Segundo ele, a novidade permite que mais pessoas possam ver a fotos de amigos publicadas no Instagram.

Apple perde para a Gradiente o direito de usar a marca iPhone no Brasil

Decisão do Instituto Nacional da Propriedade Industrial sai até o dia 15.
Empresa perderá direito de uso da marca iPhone em celulares.




A Apple perdeu o direito de usar a marca iPhone no Brasil para a Gradiente, "pelo menos quando usada em relação a celulares", de acordo com a assessoria de imprensa do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) ao G1. A decisão oficial será publicada entre os dias 13 e 15 de fevereiro.

A decisão estava programada para ser publicada nesta terça-feira (5), mas foi adiada para a próxima semana, informou o INPI.

Com isso, dos 11 pedidos de patentes que aApple possui no órgão, apenas os relacionados à celulares serão negados, segundo a assessoria de imprensa do INPI.

Procurada pelo G1, a Apple respondeu que não comentará o assunto. A empresa ainda poderá recorrer da decisão.

O INPI, segundo sua assessoria, afirma que a decisão se baseou no fato de a Gradiente, que pertence à IGB Eletrônica, ter registrado a marca "Iphone" no país em 2000, anos antes da Apple, mas o registro saiu apenas em 2008. A empresa estava se recuperando na época e, por isso, não fez nenhum lançamento com o nome "IPHONE". Isso aconteceu até o final de 2012, quando a companhia lançou no país o smartphone 'G Gradiente iPhone'.

O registro da marca vale somente para o segmento de telefones móveis, porque que em outras áreas a Apple conseguiu obter os direitos do nome. Em dezembro de 2012, o instituto informou ao G1 que não faz diferença o fato de as letras da marca terem sido escritas em caixa alta ou baixa. A marca da Apple se escreve "iPhone", enquanto a Gradiente usa o nome "IPHONE".

Solução na justiça
Segundo o advogado Cesar Peduti Filho, especializado em propriedade intelectual, a Gradiente poderá acionar judicialmente a Apple se quiser que a marca norte-americana pare de usar o nome no país. “Uma coisa é a empresa ter o direito, outra é ela querer fazer valer”, explica. “Se outra empresa usa, cabe a Gradiente fazer valer seus direitos, ela tem legitimidade.”

Peduti conta que a Gradiente tem os direitos "exclusivos" de uso da marca “iphone” no Brasil, o que quer dizer que não houve ressalvas por parte do Inpi sobre o uso do nome. “Quando lidamos com expressões genéricas, pode haver ressalvas, mas o Inpi entendeu que não existe isso aqui”, diz.

Se acionada judicialmente, o advogado estima que a Apple escolha fazer um acordo com a Gradiente, já que ela já teve problemas do tipo em outros países e escolheu esse caminho. Na China, a companhia norte-americana fez um acordo com uma empresa local para usar o nome "ipad". "A Apple deve avaliar os riscos de usar uma marca que pertence a terceiro", diz.

Com US$ 3,5 milhões, competições pagam por ataques a sistemas



Ocorria pela primeira vez em 2007 a competição “Pwn2Own”. Durante a conferência CanSecWest, em Vancouver, no Canadá, especialistas em segurança tinham como desafio invadir sistemas preparados pela Zero Day Initiative (ZDI). Quem invadisse os sistemas – dois MacBooks – poderiam levar o notebook para casa, além de um prêmio de 10 mil dólares. Desde então, os prêmios têm aumentado e, em 2013, há até U$ 3,5 milhões (cerca R$ 7 milhões) sendo disputados.

Falhas em softwares diferentes têm valores diferentes. Brechas no Java são as de menor valor. Já a maior parte do dinheiro (US$ 3,14 milhões, em referência à constante matemática “pi”) será fornecida pelo Google em uma competição que ocorrerá junto a Pwn2Own. Chamada de “Pwnium”, a competição terá como alvo o Chrome OS, o sistema operacional do Google usado em seus Chromebooks.

A Pwnium foi criada após um desentendimento entre o Google e a ZDI, organizadora do Pwn2Own original. Como as regras da edição 2012 não exigiam que os participantes revelassem todos os detalhes técnicos da falha demonstrada, o Google fez sua própria competição, tendo unicamente o navegador Google Chrome como alvo e até US$ 1 milhão em prêmios, com até US$ 60 mil oferecidos para cada participante que demonstrasse uma forma de burlar a segurança do navegador.

Este ano, o Google Chrome fará parte da Pwn2Own regular, e o Chrome OS, que não participa dela, terá a Pwnium. O Google ofereceu até US$ 150 mil (cerca de R$ 300 mil) pela demonstração de um ataque viável contra o Chrome OS que consiga permanecer no sistema.

Na Pwn2Own, o valor em disputa será de US$ 485 mil, distribuídos em uma série de categorias. As mais valiosas, que renderão US$ 100 mil ao vencedor, são o Google Chrome no Windows 7 (também patrocinado pelo Google) e Internet Explorer 10 no Windows 8.

Invadido não é roubado
As regras da Pwn2Own são simples: os sistemas são preparados pela organização do evento com o conjunto de softwares anunciado. O participante prepara uma página web de ataque. Quando chega sua vez, os organizadores usam o sistema e acessam a página definida pelo participante. Com isso, o participante deve conseguir instalar um arquivo específico no computador, demonstrando que ele conseguiu burlar a segurança do navegador.

Os computadores estarão com todos os softwares em suas versões mais recentes – que devem ser as mais seguras – e com a configuração de fábrica. Não é permitido usar brechas já conhecidas e a mesma falha não pode ser usada duas vezes.

Caso tenha sucesso, o participante leva o prêmio em dinheiro e o notebook que ele conseguiu invadir. Ou seja, invadido não é roubado. O participante também é obrigado a revelar todos os detalhes técnicos da falha para a Zero Day Initiative (ZDI).

A ZDI é uma equipe que monitora e desenvolve soluções de segurança para a divisão de redes da HP. A ZDI rotineiramente compra informações sobre vulnerabilidades de pesquisadores, para proteger os clientes de falhas que nem mesmo os fabricantes ainda conhecem. No entanto, todas as informações obtidas são compartilhadas com os desenvolvedores de software, permitindo que eles corrijam as falhas.

Pagando por falhas
A oferta de compensação financeira por informações sobre brechas de segurança ainda é polêmica. Enquanto algumas empresas já pagam pesquisadores – caso do Google e do Facebook – outras, como a Microsoft, resistem. Por enquanto, especialistas podem recorrer a terceiros, como a ZDI ou a iDefense, para vender as vulnerabilidades que descobrirem.

Na Pwn2Own, os valores pagos aumentaram de forma significativa nas edições recentes. Em 2007, na primeira edição, era até US$ 10 mil. Em 2008, US$ 20 mil. Em 2009, US$ 5 mil, mas era permitido mais de um vencedor por categoria. Em US$ 2010, o valor total saltou para US$ 100 mil, com falhas em celulares valendo até US$ 15 mil. Em 2011, os US$ 15 mil foram oferecidos, desta vez até para os navegadores.

Em 2012, o valor pago quadruplicou e passou a ser U$ 60 mil, tanto na Pwn2Own como na Pwnium, então realizada paralelamente pelo Google. Este ano, o menor valor pago – por falha no Java – é de US$ 20 mil, e o maior, para uma falha no Chrome OS na Pwnium, é de US$ 150 mil.

O crescimento dos valores cria uma tendência muito forte para uma abertura ainda maior de programas que recompensem pesquisadores independentes pelas informações de brechas. Hoje, muitas empresas esperam que detalhes técnicos de falhas, mesmo as mais graves, sejam cedidos gratuitamente.

Por outro lado, especialistas podem ter dificuldade para comercializar informações sobre falhas, pois vender para a pessoa errada pode colocar milhares ou até milhões de usuários em risco. Diante da falta de opções, o valor de uma vulnerabilidade seria, aparentemente, zero.

O “problema” – demonstrado claramente pela Pwn2Own – é que já não faltam opções.

A Pwn2Own e a Pwnium ocorrem durante a conferência CanSecWest, que em 2013 ocorre nos dias 6 a 8 de março em Vancouver, no Canadá.

Download MV RegClean

O MV RegClean é um software seguro e não elimina qualquer tipo de arquivo. Ele apenas elimina entradas inválidas no registro que se referem a arquivos que já não existem mais, mas mesmo assim, possui um poderoso backup.
O registro do Windows armazena diversas informações do sistema operacional e dos programas instalados, além de configurações e ajustes, entre outros dados.
Conforme instalamos/desinstalamos programas, o registro vai se inflando cada vez mais, reduzindo o desempenho do sistema, além de deixá-lo completamente cheio de sujeiras e entradas inexistentes. Este utilitário permite checar e/ou remover todos os itens inválidos encontrados.




Dá pra acreditar nisso? Participante leva computador com cinco monitores para Campus Party

Segundo campuseiro, computador é avaliado em R$ 14 mil.
Ele precisou modificar softwares e games para jogar no PC.


Um campuseiro levou para o evento um computador com cinco monitores 3D para jogar games. Dono de uma loja de eletrônicos, Fernando Massa diz que a máquina é avaliada em R$ 14 mil. “Cada monitor custa R$ 800”, disse o comerciante, que participa pela terceira vez da Campus Party.O computador usa uma placa chamada Sapphire 7950, que tem suporte para até cinco telas, o que dá uma resolução de 1960x1080. Porém, para conseguir criar um PC com cinco monitores, o campuseiros precisou fazer diversas modificações nas telas, no computador e nos jogos.

“Tive que enganar o Windows para ele não saber que eram cinco telas. Também foi preciso modificar os softwares dos monitores e seus drives, pois eles só funcionam em 3D para uma tela”, explica. “Ao habilitar para cinco monitores, o 3D para de funcionar. Então foi preciso modificar o software para ele acreditar que eram três telas”.

Como há poucos jogos de PCs disponíveis para cinco monitores, Massa também modificou os códigos dos games. Massa conta que, na edição de 2012, ele já tinha feito um computador com três monitores 3D. “Agora, isso se tornou comum”, disse.

'Mexer na internet pode ser tão fácil quanto acampar', diz diretor da Mozilla

Mark Surman é diretor-executivo da criadora do navegador Firefox.
Ele palestrou nesta sexta-feira (1) na Campus Party, em São Paulo.


Mark Surman, diretor-executivo da Fundação Mozilla, desenvolvedora do navegador Firefox, afirmou nesta sexta-feira (1º) que mexer nos códigos da internet pode ser tão fácil quanto acampar. Em sua palestra na Campus Party, que acontece até domingo (3) em São Paulo, Surman disse que o objetivo da Fundação Mozilla é ensinar as pessoas a modificar e reconstruir a web.

Ao comparar a internet ao jogo de Lego, o executivo afirmou que tão importante quanto manter o código aberto é ter vontade de mexer nele. “As pessoas amam o poder que a web traz para elas e precisamos ensiná-las como é fácil fazer a internet”. Como exemplo, Surman falou sobre os acampamentos.

“Anos atrás, acampar era uma atividade técnica, feita apenas por profissionais ou pessoas que estavam em treinamento. Os escoteiros pegaram isso e trouxeram para nossas vidas, como algo divertido, que fazemos por entretenimento e para nos conectar a natureza”, disse.

“Eles trouxeram essa ideia para a sociedade geral e a tornaram algo fácil e simples de fazer. No passado, nunca imaginávamos que o acampamento faria parte das nossas vidas”, acrescentou. “Em 2013, é difícil imaginar o código como um quarto elemento da alfabetização, mas acho que é possível ao mantê-lo aberto”.Surman falou sobre ferramentas criadas pela Mozilla, como “Popcorn Maker” e "X-Ray Goggles" (clique aqui para acessar), que ensinam os usuários a “brincar com o lego”. “Saber como o lego funciona deve ser tão importante quanto ler, escrever e fazer contas”, disse. “A internet está se tornando uma grande parte da nossa vida e da nossa economia”, acrescentou.

Microsoft e iPhone
Para falar sobre a web aberta, o executivo lembrou o início da Fundação Mozilla. “Em 2003, o poder quase quebrou a internet e o Firefox trouxe a web de volta”, disse. “Foi um ano ruim para a internet, 98% das pessoas que a usavam a viam pelos olhos da Microsoft. Todos os aplicativos eram disponíveis para o Internet Explorer”.

Surman, então, pergunta para a plateia do palco principal da Campus Party quem usa o Internet Explorer hoje? “Pois é, você não poderia fazer isso em 2003. Coisas como Gmail, Facebook e Twitter não existiam em 2003 porque a web era uma porcaria”, acrescentou. “Naquele ano, a rede era muito mais controlada pelas empresas e não pelas pessoas. E nós a trouxemos de volta”.

Conforme o executivo, a Mozilla agora quer construir um sistema móvel de código aberto, chamado Firefox OS, lançado este ano. “O iPhone é lindo e brilhante, mas a internet fica fechada em uma caixa. A internet fica em uma plataforma controlada por duas empresas, que distribuem aplicativos e livros. É uma plataforma que você não consegue ver a fonte, que não usa o mesmo tipo de lego”, disse.

“Eles são ótimos. Eu adoro meu celular Android e meu iPhone, mas eles são lindos dispositivos para o consumidor, e não plataformas que podemos redesenhar”, acrescentou Surman. “Eu quero um mundo que funcione como o lego. É por isso que estamos fazendo o Firefox OS. No mundo móvel, não vemos o poder da web, não vemos o lego”.

Surman diz acreditar no sucesso do novo sistema operacional de código aberto da Mozilla. “Em 2003, ninguém imaginava que o Firefox teria uma boa fatia do mercado. Por isso, eu acho que o Firefox OS vai remodelar a forma como as outras plataformas funcionam”.

325 jogadores de 'Pro Evolution Soccer' são banidos pela Konami

Produtora acusa gamers de usarem trapaças em partidas on-line.
Gamers podem denunciar quem trapaceia no jogo.


A produtora de games Konami baniu 325 jogadores que usaram trapaças em partidas on-line do jogo de futebol "Pro Evolution Soccer 2013".

De acordo com a empresa por meio de comunicado no fórum do jogo, estes gamers usaram métodos ilegais para conseguir vantagens nas disputas pela internet e, desse modo, ficar nas primeiras colocações do ranking do título.

A empresa alega que estes jogadores "manipulam as partidas on-line, derrubando a conexão para que eles vençam as partidas" e "estragam a experiência do jogo pela internet para outros jogadores".

A Konami pede que os jogadores respeitem os outros jogadores e não usem trapaças. Na página de suporte de "Pro Evolution Soccer 2013", é possível denunciar jogadores que trapaceiam (clique aqui para acessar).

BlackBerry apresenta dois novos smartphones

Novos aparelhos foram chamados Z10 e Q10.
Modelo mais completo custará US$ 600 nos EUA.




A Research In Motion (RIM), agora chamada BlackBerry, apresentou nesta quarta-feira (30), em evento em Nova York, dois smartphones equipados com o novo sistema operacional BlackBerry 10 (BB10). Os novos aparelhos foram chamados Z10 e Q10.

A companhia, que anunciou também a mudança no seu nome, reuniu a imprensa em Nova York, Toronto, Londres, Paris, Dubai, Johanesburgo, Jacarta e Deli para apresentar seus novos aparelhos BlackBerry 10. No Brasil, o anúncio só deve acontecer em fevereiro, conforme a assessoria de imprensa da companhia.

O dispositivo Z10 é a versão do BlackBerry 10 com tela sensível ao toque de 4,2 polegadas. Nos Estados Unidos, o modelo Z10 só começará a ser vendido pelas operadoras em março pelo preço de US$ 600. No Canadá, onde fica a sede da companhia, o aparelho chegará em fevereiro. O modelo já poderá ser adquirido no Reino Unido nesta quinta-feira (31). O aparelho pesa 135,4 g, tem processador de dois núcleos,16 GB de armazenamento interno e conta com câmera traseira de 8 megapixels (MP) e frontal de 2 MP.

Já o modelo Q10 é o smartphone com teclado físico QWERTY. "Nós sabemos que há vários amantes de teclado físico por aí”, disse Thorsten Heins, presidente-executivo da companhia. A tela do aparelho também é sensível ao toque e mede 3,1 polegadas. O dispositivo Q10 será disponibilizado globalmente em abril, segundo Heins.



Os novos aparelhos BlackBerry 10 vão competir com o iPhone, da Apple, e os dispositivos Android, do Google, que ultrapassaram o BlackBerry nos últimos anos no competitivo mercado de smartphones. Os celulares equipados com o BlackBerry 10 contam com navegadores rápidos, câmeras inteligentes e, ao contrário dos modelos anteriores, chegam ao mercado com uma grande biblioteca de aplicativos.

A nova plataforma BlackBerry 10 conta com um recurso chamado BlackBerry Balance, que armazena dados pessoais e corporativos separadamente. No novo sistema, a RIM também integrou todos os tipos de mensagem – texto, e-mail e redes sociais Twitter, Facebook e LinkedIn – em uma só tela, chamada BlackBerry Hub. Além de criar perfis diferentes para checar mensagens pessoais e profissionais, o Hub permite ainda “trancar” as mensagens do trabalho na sexta-feira à noite, passando a exibir somente o perfil pessoal do usuário.

No evento, o BlackBerry anunciou que há 70 mil aplicativos disponíveis na loja virtual da companhia, que passou a se chamar BlackBerry World. A loja também integra os conteúdos de músicas, filmes e vídeos. Entre os programas que poderão ser baixados nos aparelhos estão o Skype, WhatsApp Messenger, Facebook, Twitter e os games do Angry Birds.


Claro TV transmite programação adulta em canal para público infantil

Serviço detectou que dois canais tiveram sua programação trocada.
Em nota, empresa disse que correção foi feita em oito segundos.

A programação de um canal adulto foi trocada e transmitida em um canal destinado ao público infantil na manhã desta quinta-feira (31) pela Claro TV. O serviço de TV por assinatura daEmbratel disse, por meio de nota enviada à imprensa, que detectou nesta manhã que dois canais tiveram a sua programação trocada.

Os canais em questão eram o Disney Channel e o Sexy Hot. No comunicado, a Claro TV esclareceu que o problema “foi diagnosticado prontamente por nossos técnicos e a correção foi feita em oito segundos”.

“Nossa equipe está agora analisando a origem da alteração indevida de canais, que nunca aconteceu antes em nossa programação. Todas as hipóteses estão sendo analisadas”, acrescentou a companhia.

Urgente: Hackers usam tragédia em Santa Maria como isca para golpe on-line

E-mails são enviados prometendo vídeos e fotos.
Links levam a praga digital, alertam fabricantes de antivírus.


As fabricantes de antivírus Symantec, BitDefender e Kaspersky divulgaram alertas nesta terça-feira (29) para que internautas tomem cuidado com e-mails prometendo vídeos e fotos do incêndio ocorrido no domingo (27) na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul (RS), que matou mais de 230 pessoas. As mensagens estão sendo enviadas em massa por hackers brasileiros com o intuito de disseminar vírus programados para o roubo de senhas bancárias.

Um dos e-mails promete um vídeo que "mostra o momento exato da tragédia em Santa Maria". O e-mail traz uma foto com um ícone falso de que indicaria a presença de um vídeo. Ao clicar, o internauta é levado para um endereço que traz a praga digital.

A Symantec alertou também para um e-mail que utiliza o assunto "vídeo do acidente da boate em Santa Maria RS". A mensagem traz o texto "Jamais seram esquecidos" (com o erro de português) e "muito triste, 245 mortos, confira o vídeo, triste". O número de mortos na mensagem está incorreto: o levantamento oficial do Instituto Geral de Perícias é de 234.

Em outro e-mail, divulgado pela fabricante de antivírus BitDefender, hackers usaram a marca do jornal "O Globo" para prometer "fotos exclusivas da tragédia em Santa Maria". O e-mail é falso e não foi enviado pelo jornal. Os internautas que clicarem no link estão em risco de serem contaminados por uma praga digital que rouba senhas bancárias.


Existiriam pelo menos mais oito e-mails com variações do tema circulando para infectar internautas, de acordo com a BitDefender.

"Sempre que ocorre uma catástrofe natural ou desastres de grandes proporções, os hackers se aproveitam do forte componente de curiosidade mórbida do público para oferecer supostas imagens chocantes e, desta forma, inocular em milhares de máquinas o código malicioso que permite a manipulação dos dados, identidade e recursos do usuário", afirmou Eduardo D'Antona, executivo da BitDefender no Brasil.

Atualização deixa Java mais seguro, mas ainda é melhor desativar

Recomendamos desativar o Java no navegador web principal e manter um segundo navegador com Java habilitado para visitar com ele somente os sites que necessitam de Java. O que motivou essa recomendação – que é incomum para a coluna – foi os diversos problemas de segurança e de projeto do Java. Felizmente, a Oracle, que desenvolve o software, resolveu alguns problemas, mas ainda seguem outros. Vamos ver hoje o que mudou.

Java é uma linguagem de programação e também o nome popular de um software necessário para usar os programas feitos em Java (a própria Oracle, por exemplo, usa expressões como “faça o download do Java”). Esse software é o Java Runtime Environment (JRE). O JRE, além de viabilizar a execução de programas em Java no PC, que incluem aplicativos como Minecraft, JDownloader e Vuze, também possui um componente extra para executar aplicativos em Java diretamente a partir do navegador.
É esse componente que faz parte do navegador web que viabiliza ataques, pois uma página maliciosa é capaz de explorar problemas no Java ou a falta de atenção do internauta para instalar vírus no sistema. Para piorar, o pesquisador de segurança Adam Gowdiak afirmou que já encontrou duas novas vulnerabilidades no Java e comunicou a Oracle, que agora deverá produzir mais uma atualização.



Bebê de seis meses é o participante mais novo da Campus Party


Rodrigo Demetrio e Carolina Calazans levaram o filho Carlos ao evento.
Menino irá dormir com os pais em casa.


O participante mais novo da Campus Party tem apenas seis meses.

Carlos é filho de Rodrigo Demetrio e Carolina Calazans, campuseiros de primeira viagem. Demetrio trabalha em uma startup que vai participar de uma maratona empresarial. Ele veio ao evento pela primeira e vai acampar sozinho.

“Primeiro quero ver como vai ser passar a noite aqui e se seria muita loucura trazer o Carlos para acampar junto”, disse Demetrio, que também tem uma filha de dois anos com Carolina. Ela trabalha com tecnologia em um site de comércio eletrônico. Por enquanto, Carolina vai passar apenas o dia na Campus Party e voltar com o Carlos para a casa.

“Se percebermos que não é muito ruim, pensamos em acampar a família toda no evento”, diz Demetrio. Carolina conta que ainda está amamentando e por isso o Carlos não pode se separar dela. “Como moramos em São Paulo, vou voltar hoje para casa com o Carlos”, disse. “Eu acho que ele vai se divertir aqui”, acrescentou Carolina, que levou ao evento, como item indispensável: um carrinho de bebê.

Serviço
O que é? Campus Party Brasil 2013
Onde? Anhembi Parque – Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana - São Paulo (SP)
Quando? De 28 de janeiro a 3 de fevereiro de 2013
Quanto? R$ 300 para todos os dias do evento. Para acampar é necessário pagar R$ 75 pela barraca individual ou R$ 37,50 pela barraca dupla - valor que vale para todo o evento. A entrada para o pavilhão de exposições é gratuita.

Campus Party 2013 recebe os primeiros participantes em SP

Portões do evento foram abertos ao meio-dia para os participantes.
Reunião 'nerd' acontece até o domingo (3) no Anhembi. Os portões da sexta edição da Campus Party, abriram para a entrada dos "campuseiros" - como são chamados os participantes do evento - ao meio-dia desta segunda-feira (28).


O evento acontece no Anhembi, na cidade de São Paulo, até domingo (3).

A reunião "nerd" traz palestrantes como o austronauta Buzz Aldrin, o segundo homem a andar na Lua, o fundador da Atari, Nolan Bushnell, além de áreas com oficinas, cursos e brincadeiras. E para participar das atrações há interessados de todo o Brasil.





Huziel Ramos Santos, de 20 anos, foi o primeiro participante a entrar na Campus Party. Como ele não veio de caravana, esperou apenas 30 minutos na fila para se cadastrar e entrar no evento. Santos saiu do interior do Paraná para participar da Campus Party pela primeira vez.

De acordo com a organização do evento, um esquema foi montado para reduzir o tamanho das filas para entrar e sair do Anhembi - problema que se repetiu durante as outras edições da Campus Party.

Nelson Bretas Júnior, de 22 anos, foi o segundo campuseiro a entrar no evento. Ele tambem chegou cedo na feira, às 10h, vindo de São Bernardo. A fila já estava grande quando chegou, mas a organização separou os participantes e alguns conseguiram entrar antes, apesar de terem chegado em cima da hora.

Pela quarta vez na Campus Party, Luciano Reis, de 43 anos, e os filhos Gabriel, de 15, e Mylena, 14, dizem que ir ao evento já virou uma tradição em família. Eles vieram do Rio de Janeiro de carro e se impressionaram com a pouca fila desta edição. "Eu não sei o que eles fizeram, mas entramos em 30 minutos. Já teve outras vezes que ficamos 10 horas na fila", disse Luciano.

Serviço
O que é? Campus Party Brasil 2013
Onde? Anhembi Parque – Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana - São Paulo (SP)
Quando? De 28 de janeiro a 3 de fevereiro de 2013
Quanto? R$ 300 para todos os dias do evento. Para acampar é necessário pagar R$ 75 pela barraca individual ou R$ 37,50 pela barraca dupla - valor que vale para todo o evento. A entrada para o pavilhão de exposições é gratuita.